Criancinhas
Neste acampamento, constituido inteiramente por famílias, haviam mais crianças que adultos. Devido ao facto de haver um familia com 6 miudos e outras tantas com 4. Por isso, logo no primeiro dia a direcção pediu a minha ajuda e a das minhas irmãs (e de outros jovens disponíveis) para cuidarmos das crianças enquanto os pais estivessem no estudo biblico (de manha) ou no culto (à noite). Assim os pais aproveitariam ao máximo os ensinamentos cristãos sem precisarem de andar a controlar os filhos irrequietos.
Os miudos foram divididos, por idades, em 4 grupos, e levados para salas longe onde eram feitas actividades com eles para os entreterem.
Eu, a minha irmã Cláudia e um casal ficamos a cuidar dos mais pequenos que deviam ser uns 10/15. As idades eram dos 0 aos 5 anos. Sim, aqueles k n param quietos.
No principio, eu e a minha falta de experiencia tivemos mal porque n sabiamos o que fazer com tanta criança irrequieta. Mas com o tempo as crianças foram-se acalmando (sim, pk como aquilo era novo para eles e no primeiro dia foi um inferno porque estavam mto agitados) e eu fui ganhando confiança e ja sabia como lidar com eles.
Em parte foi giro porque haviam criancinhas que realmente eram muito amigas e queridas e dava gosto brincar com elas. Houve uma por exemplo que se "apaixonou" por mim e pela a minha irmã e de vez em quando ia ter connosco dar-nos um abraço que durava meia hora. Essa chamava-se Raquel, tal como 4 outras.
Mas em outra parte era esgotante. É que a sala para os mais novos tinha um pátio com portas de mola, daquelas que n se fecham, tipo as das cozinhas dos hoteis. Algo que foi muito, mas muito mal pensado sendo aquela sala feita para crianças. É que elas fugiam, e ao fugirem faziam com que a porta (de mola) batesse nas que tivessem atrás da porta.
E depois é pegar neste que está a chorar e pôr ao pé daquele brinquedo; evitar que aquele atire bonecos para o bébé de um 1 / 2 anos; brincar com eles; andar sempre atrás daquele que está a começar a andar e k n fica no msm sitio durante 5 sg mas que enfia na boca td o que vê; ver o que aquele te ker mostrar; acompanhar aquele que está a andar pa k ele n caia; afastar os dois inimogos rivais pa k n comecem a lutar; fechar gentilmente a porta, aberta por aquele que fugiu, para n magoar quem está por perto; ir atrás do fugitivo; lembrar que os brinquedos são de todos e k é pa tda a gente brincar; tentar fazer com que o que está a chorar pare de chorar antes que comecemos a chorar tb, etc. Isto para n falarmos em os levar à casa de banho.
Houve situações um bocado estranhas, como as brigas entre os miudos, o rapaz que chorava cada vez que o pai ou mãe saiam do campo de visão dele, o que virava sempre o caixote cheio de brinquedos, o que enfiava (com todo o carinho) uma colher de plástico pela goela a baixo do bebé de um ano e meio para que prove a papa que ele fez, e que tb "deixava cair" os brinquedos por cima do msm bebé, o outro que chutou a bola para o outro lado da cerca, o rapaz que ficava viciado em andar com os carros por cima das mesas ou até msm o que brincou com a areia molhada pelo seu xixi.
Aquilo, passado um tempo, começava a ser mto esgotante. Mas nem todos os miudos eram pestes. Digo que no minimo foi uma experiencia interessante. N sei se alguma vez volto a aceitar o trabalho, talvez sim. Era giro vê-los todos felizes com as brincadeiras que lhes faziamos ou com as pinturas faciais que lhes fiz.
Pronto, ficam então a saber como passei as manhãs lá (sim, pk no culto da noite apenas cuidei deles uma vez) e como depois recebi prendinhas dos pais como agradecimento pela minha paciência. Acabou por ser giro até.
Os miudos foram divididos, por idades, em 4 grupos, e levados para salas longe onde eram feitas actividades com eles para os entreterem.
Eu, a minha irmã Cláudia e um casal ficamos a cuidar dos mais pequenos que deviam ser uns 10/15. As idades eram dos 0 aos 5 anos. Sim, aqueles k n param quietos.
No principio, eu e a minha falta de experiencia tivemos mal porque n sabiamos o que fazer com tanta criança irrequieta. Mas com o tempo as crianças foram-se acalmando (sim, pk como aquilo era novo para eles e no primeiro dia foi um inferno porque estavam mto agitados) e eu fui ganhando confiança e ja sabia como lidar com eles.
Em parte foi giro porque haviam criancinhas que realmente eram muito amigas e queridas e dava gosto brincar com elas. Houve uma por exemplo que se "apaixonou" por mim e pela a minha irmã e de vez em quando ia ter connosco dar-nos um abraço que durava meia hora. Essa chamava-se Raquel, tal como 4 outras.
Mas em outra parte era esgotante. É que a sala para os mais novos tinha um pátio com portas de mola, daquelas que n se fecham, tipo as das cozinhas dos hoteis. Algo que foi muito, mas muito mal pensado sendo aquela sala feita para crianças. É que elas fugiam, e ao fugirem faziam com que a porta (de mola) batesse nas que tivessem atrás da porta.
E depois é pegar neste que está a chorar e pôr ao pé daquele brinquedo; evitar que aquele atire bonecos para o bébé de um 1 / 2 anos; brincar com eles; andar sempre atrás daquele que está a começar a andar e k n fica no msm sitio durante 5 sg mas que enfia na boca td o que vê; ver o que aquele te ker mostrar; acompanhar aquele que está a andar pa k ele n caia; afastar os dois inimogos rivais pa k n comecem a lutar; fechar gentilmente a porta, aberta por aquele que fugiu, para n magoar quem está por perto; ir atrás do fugitivo; lembrar que os brinquedos são de todos e k é pa tda a gente brincar; tentar fazer com que o que está a chorar pare de chorar antes que comecemos a chorar tb, etc. Isto para n falarmos em os levar à casa de banho.
Houve situações um bocado estranhas, como as brigas entre os miudos, o rapaz que chorava cada vez que o pai ou mãe saiam do campo de visão dele, o que virava sempre o caixote cheio de brinquedos, o que enfiava (com todo o carinho) uma colher de plástico pela goela a baixo do bebé de um ano e meio para que prove a papa que ele fez, e que tb "deixava cair" os brinquedos por cima do msm bebé, o outro que chutou a bola para o outro lado da cerca, o rapaz que ficava viciado em andar com os carros por cima das mesas ou até msm o que brincou com a areia molhada pelo seu xixi.
Aquilo, passado um tempo, começava a ser mto esgotante. Mas nem todos os miudos eram pestes. Digo que no minimo foi uma experiencia interessante. N sei se alguma vez volto a aceitar o trabalho, talvez sim. Era giro vê-los todos felizes com as brincadeiras que lhes faziamos ou com as pinturas faciais que lhes fiz.
Pronto, ficam então a saber como passei as manhãs lá (sim, pk no culto da noite apenas cuidei deles uma vez) e como depois recebi prendinhas dos pais como agradecimento pela minha paciência. Acabou por ser giro até.

1 Comments:
At 5:40 p.m.,
Ovelha Mansa said…
Peço desculpas pelo tamanho do post. Vasco, no teu próximo post, podes faze-lo bem grandito que n me vou keixar, ok?
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